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	<title>Bebes - Tudo sobre Bebés, Gravidez, Crianças e Familia. &#187; Parto</title>
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	<description>Encontre informação sobre a gravidez, bebés, crianças e família. Conselhos úteis para o desenvolvimento, saúde e educação de bebés, crianças e pais.</description>
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		<title>Cesariana</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Nov 2009 15:49:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bebe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Grávida]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabe-se actualmente que a cesariana tem muitos mais riscos que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><img class="alignright size-full wp-image-1383" title="cesariana" src="http://www.net-bebes.com/wp-content/uploads/2009/11/cesariana.jpg" alt="cesariana" width="290" height="227" />Sabe-se actualmente que a cesariana tem muitos mais riscos que o nascimento fisiológico. A mamã poderá entrar para o bloco de parto pelo seu próprio pé. Os procedimentos seguintes são: deitar-se na cama na sala de partos e colocar uns panos esterilizados à volta da barriga, passar com desinfectante pela barriga sobre a pele. Enquanto se prepara os instrumentos o anestesista aplica a epidural ou intradural e coloca-se um cateter na vagina. Apenas quando se verifica que a anestesia está a fazer efeito coloca-se ou vira-se a mamã de barriga para cima e começa-se a abrir a parede do abdómen camada por camada. Assim que se chega ao útero tenta-se retirar o bebé rompendo nos últimos instantes a bolsa de águas. Assim que se retira o bebé corta-se o cordão umbilical e coloca-se em cima da mamã para que esta o possa abraçar (se tiver epidural estará acordada e verá o nascimento do seu filho). Posteriormente cose-se camada a camada a parede do abdómen.</p>
<p style="text-align: justify;">Por vezes a cesariana é programada pois o bebé pode não estar em posição para nascer de parto natural. Pode-se recorrer também por várias outras razões, tais como entrar em trabalho de parto e não fazer a dilatação e recorrer à cesariana, por razões de saúde a equipa médica optar pela cesarina, entre outras razões que podem surgir. Hoje em dia é possível estar acompanhada numa cesariana, desde que não haja complicações e tenha sido programada. O facto de ter tido um filho de cesariana não significa que todos devam nascer da mesma forma.</p>
<p style="text-align: justify;">A recuperação da cesariana é mais dolorosa, é muitas vezes solicitado análgésicos para aliviar os sintomas de dor, os cuidados nos primeiros dias são redobrados, uma vez que se tratou de uma intervenção cirúrgica. Deverá ter cuidados com a cicatrização do corte, desde utilizar uma cinta ligeira, estar alerta caso sinta dificuldade em urinar, os pontos são retirados após uma semana depois da intervenção cirúrgica e deverá ter muito cuidado com os movimentos que efectuar, porque se por uma lado é aconselhado a movimentar-se bastante, por outro deve ter muito cuidado com esforços pois poderá partir os pontos ou criar alguma infecção na zona do corte. Não se esqueça que se tratou de uma intervenção cirúrgica e todos os cuidados são poucos.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
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		<title>Sutura da ferida e cicatrização &#8211; Parto vaginal</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 18:21:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bebe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto]]></category>

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		<description><![CDATA[Geralmente, esta operação efectua-se com materiais reabsorvíveis, de modo que ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_239" class="wp-caption alignright" style="width: 304px"><a rel="attachment wp-att-239" href="http://www.net-bebes.com/gravidez/parto/sutura-da-ferida-e-cicatrizacao-pos-parto-vaginal/attachment/sutura"><img class="size-full wp-image-239" title="Sutura Parto Vaginal" src="http://www.net-bebes.com/wp-content/uploads/2009/10/Sutura.jpg" alt="Sutura pós parto" width="294" height="244" /></a><p class="wp-caption-text">Sutura pós parto</p></div>
<div class="mceTemp" style="text-align: justify;"><a href="http://www.net-bebes.com/wp-content/uploads/2009/10/Sutura-83-150x120.jpg"></a>Geralmente, esta operação efectua-se com materiais reabsorvíveis, de modo que posteriormente não será necessário retirar os pontos. A sutura efectua-se plano por plano, começando de dentro para fora. O último que se sutura é a pele. A quantidade de pontos depende do tamanho do corte; habitualmente realizam-se entre quatro e cinco.</div>
<h2 style="text-align: justify;">O processo de cicatrização</h2>
<p style="text-align: justify;">A cicatrização da ferida depende das características pessoais mas normalmente o processo leva entre duas e três semanas. Os lóquios (perdas sanguíneas próprias do puérpio), o calor e a humidade na zona da ferida constituem um excelente caldo de cultura e proliferação de germens, de maneira que ás vezes pode produzir-se uma infecção. Por isso, face a uma dor intensa, odor desagradável ou secreção importante, é preciso consultar imediatamente o médico. Se a infecção se confirmar, o profissional indicará o tratamento com antibióticos. É normal que a primeira semana depois do parto  a mulher sinta ardor na ferida no momento de urinar. E também é frequente que na primeira vez que evacue sofra uma dor intensa, devido á distensão dos tecidos do períneo, onde se localiza a ferida.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Cuidados especiais a ter com a zona:</h2>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Como se trata uma zona que normalmente se encontra húmida, é importante tratar de a manter o mais seca e limpa possível;</li>
<li>Durante a primeira semana posterior ao parto, convém efectuar a higiene com um desinfectante adequado pelo menos uma vez ao dia. Também se pode utilizar o secador de cabelo regulado a fria para conseguir uma boa secagem;</li>
<li>O banho diário não está proibido: a mulher pode tomar um duche de forma habitual a partir do segundo dia posterior ao parto, mas deverá esperar cerca de um mês para desfrutar de um banho de imersão;</li>
<li style="text-align: justify;">Para reiniciar as relações sexuais com penetração é preciso aguardar aproximadamente quarenta dias, mas para o resto das práticas sexuais não tem contra-indicações.</li>
</ul>
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		<title>O corte da episiotomia</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 18:01:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bebe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto]]></category>

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		<description><![CDATA[A episiotomia pratica-se quando o pequenito está prestes a nascer ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.net-bebes.com/wp-content/uploads/2009/10/episiotomia-2-6-150x150.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-205" title="Episiotomia-2-6" src="http://www.net-bebes.com/wp-content/uploads/2009/10/episiotomia-2-6.jpg" alt="Episiotomia-2-6" width="290" height="256" /></a>A episiotomia pratica-se quando o pequenito está prestes a nascer e a sua cabeça já se encontra no canal de parto. Mas não se assuste: para proteger o bebé, o médico coloca dois dedos da sua mão esquerda entre a vulva e a cabecita do bebé, enquanto – mediante uma tesoura especial – efectua o corte com a mão direita. Uma vez realizada a incisão, a saída da cabeça produz-se de forma praticamente automática. O corte pode efectuar-se tanto de forma vertical como oblíqua. Imaginemos um relógio: a incisão pratica-se na direcção em que a agulha marcaria as 5 ou as 7 horas. Normalmente  efectua-se do lado direito, uma vez que a maioria dos obstetras são destros e esta direcção facilita a manobra. Quando se trata de um segundo parto e já se praticou uma episiotomia no primeiro, o corte realiza-se em cima do anterior. A medida do corte em média varia entre os dois e os sete centímetros, comprimento que depende basicamente do tamanho da cabeça do bebé e da elasticidade dos tecidos do períneo materno.</p>
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		<title>Vantagens e desvantagens da episiotomia</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 17:41:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bebe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto]]></category>

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		<description><![CDATA[Chama-se episiotomia ao corte que se realiza no segmento final do parto – o vulvovaginal.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>Episiotomia</h2>
<p>Chama-se episiotomia ao corte que se realiza no segmento final do parto – o vulvovaginal -, com o objectivo de encurtá-lo e dilatá-lo de modo a prevenir lesões durante o nascimento. No entanto, as opiniões a respeito desta prática são diversas.</p>
<div id="attachment_198" class="wp-caption alignright" style="width: 300px"></p>
<h3><a href="http://www.net-bebes.com/wp-content/uploads/2009/10/Episiotomia-3-150x150.jpg"><img class="size-full wp-image-198" title="Episiotomia--3" src="http://www.net-bebes.com/wp-content/uploads/2009/10/Episiotomia-3.jpg" alt="Episiotomia" width="290" height="293" /></a></h3>
<p><p class="wp-caption-text">Episiotomia</p></div>
<h3 style="text-align: justify;">Vantagens e desvantagens da episiotomia</h3>
<p style="text-align: justify;">Entre as vantagens da episiotomia  destaca-se a significativa diminuição do número de rasgões, e no caso de se produzirem, reduzir-se o seu tamanho e torná-los mais controláveis. Além disso, diminuir a duração do parto. Outro dos benefícios é que – a longo prazo – ajudaria a prevenir eventuais prolapsos e incontinência urinária, embora isso seja bastante discutível.</p>
<p style="text-align: justify;">As desvantagens compreendem as consequências que ocasiona (não esqueçamos que se trata de uma zona bastante sensível), entre elas: a dor, o tempo de cicatrização, e o consequente atraso no reinício das relações sexuais depois do parto. No nosso país, esta pratica efectua-se  como rotina em todas as mulheres. Geralmente, emprega-se nas mamãs que vão ter o seu primeiro filho, devido aos tecidos da zona do períneo serem menos elásticos, e raramente nas mulheres que já tiveram mais do que dois filhos vaginalmente.</p>
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		<title>Epidural – Parto sem dor</title>
		<link>http://www.net-bebes.com/gravidez/parto/epidural-%e2%80%93-parto-sem-dor</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 17:26:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bebe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de decidir conscientemente se quer ou não optar pela ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_194" class="wp-caption alignright" style="width: 300px"><a href="http://www.net-bebes.com/wp-content/uploads/2009/10/Epidural-1-150x150.jpg"><img class="size-full wp-image-194" title="Epidural-1" src="http://www.net-bebes.com/wp-content/uploads/2009/10/Epidural-1.jpg" alt="Epidural - parto sem dor" width="290" height="198" /></a><p class="wp-caption-text">Epidural - parto sem dor</p></div>
<p style="text-align: justify;">Antes de decidir conscientemente se quer ou não optar pela epidural no momento do parto, convém saber quais as vantagens ou desvantagens deste método, que, apesar de já ser usado em Portugal desde 1983, ainda é desconhecido de muitas parturientes. Não há nada melhor do que tomar uma decisão informada baseada em factos e não em rumores.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um tiro certeiro na dor</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É um procedimento que permite aliviar a dor durante o parto natural ou de cesariana, mantendo a mãe consciente, através da injecção de um anestésico no sistema nervoso. O aperfeiçoamento dos equipamentos faz desta uma técnica bastante segura e são raras as complicações. </p>
<p style="text-align: justify;">O anestesista introduz uma agulha especial entre duas vértebras da coluna lombar, no espaço que rodeia a espinal-medula, e coloca um pequeno tubo, muito fino, onde vais ser injectado o anestésico. O processo não é muito doloroso para a mulher. A grávida sente apenas uma ligeira picada, perfeitamente suportável. O anestésico injectado começa a fazer efeito 10 a 15 minutos depois.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Trabalho de parto</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 17:18:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bebe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto]]></category>

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		<description><![CDATA[O parto, como desfecho da gravidez, não é um acontecimento ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.net-bebes.com/wp-content/uploads/2009/10/parto-150x150.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-190" title="parto" src="http://www.net-bebes.com/wp-content/uploads/2009/10/parto.jpg" alt="parto" width="290" height="266" /></a>O parto, como desfecho da gravidez, não é um acontecimento momentâneo. Pelo contrário, corresponde a um conjunto de fenómenos que se estendem ao longo de algum tempo, o que dá origem á denominação, de natureza mais dinâmica e evolutiva, de «trabalho de parto». Convencionou-se dividir o trabalho de parto em três estádios:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li><strong>Primeiro estádio</strong> – apagamento (encurtamento) e dilatação do colo. Por sua vez, também este primeiro estádio, se divide em duas fases principais:
<ul>
<li>Fase latente – é a que decorre desde o início das contracções regulares até ao momento em que o colo está completamente apagado e com cerca de três centímetros de dilatação; esta fase pode durar até 20 horas numa mulher que nunca passou por um parto antes (nulípara) e até 14 horas numa  que já teve, pelo menos, um parto ( multípara).</li>
<li>Fase activa – nesta fase, o colo dilata-se a um ritmo maior, até ser atingida a dilatação completa. Habitualmente dura até 7 a 8 horas quando se trata do primeiro parto e até 4 a 5 horas numa multípara.  A progressão da dilatação, na fase activa, pode ser influenciada por factores como a sedação ou analgesia ( que a prolonga) e/ou a estimulação da contractilidade uterina (que a abrevia).</li>
<li><strong>Segundo estádio </strong>– período expulsivo. Começa na dilatação completa e termina com a expulsão do feto. Normalmente dura até 45 a 60 minutos, quando se trata do primeiro parto e até 15 a 20 minutos quando já não é o primeiro.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Terceiro estádio </strong>– dequitadura. Decorre desde a expulsão fetal até à expulsão feta<strong>l </strong>até à expulsão da placenta  e das membranas fetais e dura cerca de 30 minutos.</li>
</ul>
</li>
</ul>
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		<title>Quando devo ir para o hospital?</title>
		<link>http://www.net-bebes.com/gravidez/parto/quando-devo-ir-para-hospital</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 16:51:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bebe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto]]></category>

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		<description><![CDATA[De um modo geral, numa gravidez sem patologia, a mulher ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_233" class="wp-caption alignleft" style="width: 300px"><a rel="attachment wp-att-233" href="http://www.net-bebes.com/gravidez/parto/quando-devo-ir-para-hospital/attachment/chegou-a-hora-1-2"><img class="size-full wp-image-233" title="Chegou a Hora" src="http://www.net-bebes.com/wp-content/uploads/2009/10/chegou-a-hora-11.jpg" alt="Quando devo ir para o hospital?" width="290" height="210" /></a><p class="wp-caption-text">Quando devo ir para o hospital?</p></div>
<p style="text-align: justify;">De um modo geral, numa gravidez sem patologia, a mulher deverá dirigir-se ao hospital nas seguintes situações:</p>
<p style="text-align: justify;">Se não sentir pelo menos 10 movimentos fetais no espaço de 12 horas. Pode tentar «estimular» o seu bebé comendo uma bolacha ou doce (recomenda-se evitar períodos de jejum prolongado, fazendo dieta polifracionada), deambular e, até, conversar com ele. Se nenhuma destas medidas simples resultar, dirija-se então para a maternidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Se as «águas rebentarem», independentemente de sentir ou não contracções. É muito importante reparar na hora em que começou a perda de líquido, o aspecto do mesmo (claro, sanguinolento ou esverdeado) e o seu cheiro (inodoro ou fétido). De qualquer das formas, deve dirigir-se de imediato ao hospital.</p>
<p style="text-align: justify;">Se tiver uma hemorragia vaginal considerável (igual ou maior que uma menstruação). Pequenas perdas de sangue, na gravidez de termo, não têm significado clínico e muitas vezes são provocadas pelo toque vaginal e modificações do colo do útero.</p>
<p style="text-align: justify;">Se tiver contracções fortes, regulares, dolorosas, frequentes (2 a 3 em cada 10 minutos) e com duração de, pelo menos, de 30 a 45 segundos. É importante saber distinguir as contracções do chamado «falso trabalho de parto» (não causam dilatação do colo como as contracções do processo verdadeiro) – que são irregulares e não aumentam a sua intensidade e frequência. No falso trabalho de parto, uma mudança de actividade, ou mesmo posição resulta na diminuição de intensidade das contracções. As multíparas, com TP anterior rápido, devem contactar o seu médico no inicio das contracções uterinas regulares. Logo que a grávida perceba que está em trabalho de parto, deve ingerir apenas líquidos sem resíduos (como água, sumos de fruta sem pedaços ou caldos) ou alimentos leves (como torradas, bolachas de água e sal), de forma fraccionada, a cada duas horas, até chegar ao hospital. Em resumo, a duração do trabalho de parto varia de mulher para mulher e depende de muitos factores, nomeadamente, do número de gestações e tipo de parto anteriores, se o trabalho de parto foi espontâneo ou induzido, as características do colo do uterino antes do início do trabalho de parto (favorável ou desfavorável, em relação à posição, consistência e encurtamento e/ou dilatação), entre outras. No caso de ter qualquer dúvida, a grávida deve contactar o seu médico assistente.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Trabalho de parto (chegou a hora?)</title>
		<link>http://www.net-bebes.com/gravidez/parto/trabalho-de-parto-chegou-a-hora</link>
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		<pubDate>Mon, 26 Oct 2009 16:22:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bebe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto]]></category>

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		<description><![CDATA[O modo como se inicia o trabalho de parto varia de mulher para mulher, de acordo com a duração da fase latente. Umas têm o trabalho de parto muito longo, outras super rápido. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_180" class="wp-caption alignleft" style="width: 300px"><img class="size-full wp-image-180" title="Trabalho-de-parto" src="http://www.net-bebes.com/wp-content/uploads/2009/10/trabalho-de-parto.jpg" alt="Trabalho de parto" width="290" height="214" /><p class="wp-caption-text">Trabalho de parto</p></div>
<p style="text-align: justify;">O modo como se inicia o trabalho de parto varia de mulher para mulher, de acordo com a duração da fase latente. Umas têm o trabalho de parto muito longo, outras super rápido. Para umas os sintomas do começo de trabalho de parto são muito claros e inequívocos. Outras nem percebem que já estão em trabalho de parto, confundindo essa primeira fase com flatulência, cólicas intestinais ou dores lombares. Algumas mulheres sentem dor e queixam-se de contracções de fraca intensidade, outras suportam pressões muito maiores sem mostrar sofrimento. Enfim, afirmar, com exactidão quando realmente começa o trabalho de parto é difícil, pois trata-se de um processo bastante variável.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tudo começa muito tempo antes</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O corpo da mulher prepara-se para o parto algumas semanas antes do dia previsto. O bebé posiciona-se mais para baixo (na pélvis materna), o que dá uma sensação de pressão no baixo-ventre, podendo ser acompanhada de uma dor lombar ou endurecimento abdominal. Se estiver realmente a entrar em trabalho de parto, um ou mais dos seguintes eventos podem ocorrer:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong>Perda de rolhão mucoso: </strong> habitualmente acontece vários dias antes do trabalho de parto espontâneo. Nas últimas semanas de gravidez o colo do útero começa a ficar cada vez mais fino e a dilatar gradualmente, podendo notar-se um aumento significativo do corrimento vaginal. A seguir, acontece que a espessa camada de muco (parecido com uma geleia), que veda a entrada do colo do útero durante a gravidez, é libertada. Esse muco pode ser rosado ou raiado de sangue. A perda de rolhão não é um sinal de trabalho de parto activo, mas pode significar a proximidade do mesmo.</li>
<li><strong>Perda de líquido (amniótico) pela vagina: </strong> ocorre devido a rotura das membranas ou «bolsa de águas», que protege o bebé durante a gravidez, e é um reservatório de líquido amniótico. Quando isto acontece, a grávida pode não sentir dor, mas apenas uma sensação de água morna a escorrer (sensação de humidade). O líquido pode sair numa golfada ou a pouco a pouco, conforme o tamanho e a localização da rotura. No caso de rotura alta, a perda de líquido pode ser pequena e apenas suficiente para humedecer a roupa interior, sem escorrer. Muitas vezes é confundido com a perda involuntária de urina  ou fluxo vaginal aumentado. O líquido amniótico é transparente, normalmente não tem cheiro e deixa manchas incolores na roupa, o que o distingue da urina e de qualquer corrimento. A «bolsa de águas» pode romper antes, no início, durante ou só no final do trabalho de parto. É importante que o seu médico saiba quando é que começou a perder líquido, especialmente se a rotura ocorreu antes do início de contracções regulares.</li>
<li style="text-align: justify;"><strong>Contracções uterinas regulares: </strong> dores tipo cólica, que começam nas costas e estendem em direcção à barriga, inicialmente semelhantes às dores menstruais. Elas ocorrem porque o útero está a contrair e a relaxar consecutivamente, ajudando a encurtar e/ou a abrir o colo do útero e a empurrar o bebé para o canal de parto. Para algumas mulheres as contracções são percebidas apenas como um endurecimento indolor da barriga. Na maioria dos casos, o trabalho de parto começa suavemente, com contracções pouco fortes, que ocorrem em intervalos de 15 a 20 minutos e duram entre 30 a 45 segundos. As mesmas ficam cada vez mais frequentes, mais prolongadas e mais dolorosas, conforme o trabalho de parto avança. As contracções mantêm-se, habitualmente, constantes e não passam com o repouso, ao contrário das contracções de Braxton-Hicks (que não são um sinal de trabalho de parto) e que , pelo seu ritmo irregular e baixa amplitude, não provocam modificações do colo. Na fase activa do trabalho de parto as contracções ocorrem a cada 3 a 5 minutos e duram, normalmente, 45 a 60 segundos.</li>
</ol>
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		<title>Duração e amplitude das Contracções</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 03:29:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bebe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Contracções]]></category>

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		<description><![CDATA[Para os obstetras é muito importante caracterizar a actividade normal ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_134" class="wp-caption alignright" style="width: 270px"><a rel="attachment wp-att-134" href="http://www.net-bebes.com/gravidez/parto/duracao-e-amplitude-das-contraccoes/attachment/ctg"><img class="size-full wp-image-134" title="Duração e Amplitude das Contracções" src="http://www.net-bebes.com/wp-content/uploads/2009/10/CTG.jpg" alt="CTG" width="260" height="302" /></a><p class="wp-caption-text">CTG</p></div>
<p style="text-align: justify;">Para os obstetras é muito importante caracterizar a actividade normal do útero. É também importante informar a parturiente que as contracções têm uma duração, amplitude, frequência e ritmo diferentes, consonante a fase de trabalho de parto em que se encontra, para que a grávida possa, com tranquilidade, saber interpretá-las e evitar alarmismos desnecessários. As contracções do início do trabalho de parto têm, caracteristicamente, um «triplo gradiente descendente» &#8211; são mais intensas em cima (fundo do útero) do que em baixo, são mais duradouras em cima do que em baixo e propagam-se de cima para baixo.</p>
<p style="text-align: justify;">A frequência das contracções no parto, a meio da dilatação, é normalmente de uma a cada 3 a 5 minutos. O intervalo entre as contracções diminui gradualmente desde a fase latente ( cerca de 10 minutos) até à expulsão do feto (cerca de 1 minuto). Geralmente, contamos as contracções a cada dez minutos, porque nos dá uma melhor sugestão da frequência: mais do que 4 contracções em 10 minutos podem diminuir o aporte de sangue e oxigénio ao feto, devido ao período contráctil longo. É por esta razão que as grávidas, no final da gravidez, são instruídas a dirigirem-se para a maternidade sempre que sintam contracções dolorosas regulares (de 5 em 5 minutos).</p>
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		<title>Funções das contracções</title>
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		<pubDate>Sun, 25 Oct 2009 03:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>bebe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Parto]]></category>

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No final da gravidez, por acção de algumas hormonas produzidas ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><center><br />
<div id="attachment_101" class="wp-caption aligncenter" style="width: 300px"><img class="size-full wp-image-101" title="Contracções no Parto" src="http://www.net-bebes.com/wp-content/uploads/2009/10/Contracoes.jpg" alt="Contracções no Parto" width="290" height="218" /><p class="wp-caption-text">Contracções no Parto</p></div></center></p>
<p style="text-align: justify;">No final da gravidez, por acção de algumas hormonas produzidas pela própria mulher (os estro génios), o miométrio aumenta progressivamente  sua capacidade de contracção. O aparecimento de contracções ritmadas do corpo do útero, associadas ao apagamento e dilatação do canal cervical, caracterizam, clinicamente, o início do trabalho de parto. Do aparecimento das contracções uterinas regulares resultam algumas funções importantes: fazem dilatar o canal cervical; obrigam o feto a descer, progredindo no canal de parto até ser expulso; expulsam, de seguida, a placenta e as membranas; fazem a hemostase, isto é , os vasos sanguíneos são apertados pelas fibras musculares e assim, a hemorragia é controlada.</p>
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