O medo de perder o comboio da maternidade

Medo-de-perder-o-comboioLonge ficou a necessidade de se casar ”à pressa”. A maternidade acidentada perdeu o dramatismo de tempos passados. Por outro lado, hoje em dia as mulheres são mães mais próximo dos limites permitidos pela biologia. Há alguns anos, era preciso ter um filho antes que fosse demasiado tarde, e isso se transformasse numa decisão arriscada pelo facto da idade materna se traduzir em óvulos pouco jovens. Tem muita influência, no subconsciente, a idade em que a mãe da jovem a deu á luz, e isso é extremamente vital para ela própria.

Como se repercute esse facto na vida afectiva da mulher? Existem tantas reacções como mulheres, e elas dependerão, em cada caso, de como foram vividos os diferentes períodos do desenvolvimento da sua feminilidade. Começando pela primeira menstruação, e de como foi recebida pela mãe a noticia. Na maioria dos casos, a chegada da menstruação é vivida com alegria pelas mães, e é festejada como um acontecimento feliz , o que marcará a maneira como essas jovens irão aceitar a ideia de serem mães um dia.

A idade “certa”

Quando é o momento oportuno? Será necessário terminar os estudos? Concluí-los para poder construir um “ninho” onde nada falte? A verdade é que agora os casais querem chegar ao casamento depois de algum tempo de convivência , e muito seguros do passo que vão dar. O mesmo acontece com a decisão, longamente analisada, de ter um filho. Trata-se do grande acontecimento do casal, e que tem lugar somente quando ambos sentem que o vínculo está cimentado e é suficientemente sólido e duradouro para tomar a decisão da maternidade e da paternidade.

Serão diferentes as mamãs de vinte e cinco anos? Serão mais maduras? Terão mais experiência? Terá alguma influência no facto de serem melhores mães, ou será ao contrário por se sentirem demasiado “velhas” ou demasiado “atadas” depois de tantos anos a sentirem-se sozinhas de terem desfrutado da vida a dois? Muitas perguntas podem ser feitas a este respeito contudo não existem respostas “cliché”, nem regras de ouro nem receitas mágicas. É de supor que a idade “perfeita” para ter um filho é aquela que cada mulher, juntamente com o seu marido, considere como tal. Coincidindo com as opiniões científicas, tanto médicos como psicólogos estão de acordo que nenhum dos extremos da vida fértil de uma mulher, ou seja, nem a adolescência mais precoce nem quase menopausa, são o momento “ indicado” para ter um filho. No primeiro caso, está o risco de que a própria mãe lhe arrebate o bebé por ela não estar preparada afectivamente para criá-lo. No segundo, existe o receio de se sentir “avó” por ter demasiados anos.

Outros artigos relacionados:



One Comment


    Fatal error: Uncaught Error: Call to undefined function ereg() in /home2/roqgod/public_html/wp-content/themes/thestars/functions.php:219 Stack trace: #0 /home2/roqgod/public_html/wp-includes/class-walker-comment.php(180): wpbx_comment(Object(WP_Comment), Array, 1) #1 /home2/roqgod/public_html/wp-includes/class-wp-walker.php(146): Walker_Comment->start_el('', Object(WP_Comment), 1, Array) #2 /home2/roqgod/public_html/wp-includes/class-walker-comment.php(140): Walker->display_element(Object(WP_Comment), Array, '3', 0, Array, '') #3 /home2/roqgod/public_html/wp-includes/class-wp-walker.php(371): Walker_Comment->display_element(Object(WP_Comment), Array, '3', 0, Array, '') #4 /home2/roqgod/public_html/wp-includes/comment-template.php(2096): Walker->paged_walk(Array, '3', 0, 0, Array) #5 /home2/roqgod/public_html/wp-content/themes/thestars/comments.php(33): wp_list_comments('type=comment&ca...') #6 /home2/roqgod/public_html/wp-includes/comment-template.php(1471): require('/home2/roqgod/p...') #7 /home2/roqgod/public_html/wp-co in /home2/roqgod/public_html/wp-content/themes/thestars/functions.php on line 219