É importante lembrar que o mero facto de dar á luz não torna uma mulher em “mãe”. É necessário um processo de crescimento interior e de maturidade emocional para que uma mulher se converta numa mãe “suficientemente boa”: “A preocupação maternal quase primária” adequada, é esse estado tão especial que as grávidas atravessam em redor da chegada de um filho. Essa situação intuitiva “quase mágica” que as grávidas apresentam durante os meses anteriores ao nascimento dos seus bebés e algumas semanas posteriores ao parto, e que lhes permite, sem nenhuma anterior informação sobre o tema, a ter a capacidade de compreender as necessidades dos bebés e de compreender os diferentes motivos de cada tipo diferente de choro. Será esse estado emocional e afectivo que fará delas pessoas felizes, mães a “sério”, que as fará sentir que dessa vez não estão a brincar com bonecas, mas que chegaram a uma etapa da vida com responsabilidade e um amor incondicional que começa no dia da concepção, incrementa-se durante a gravidez, consolida-se depois do parto e é “para sempre”.
A situação jamais será “ideal” na medida em que a realidade nos mostra que somos falíveis, vulneráveis, e definitivamente, humanos.
Outros artigos relacionados:
- Mudanças físicas e psíquicas na Grávida.
- O útero contrai ao longo de toda a gravidez
- Apaixonada pelo papá
- Desenvolvimento do feto … da 5ª á 7ª semana de gravidez
- Do que têm medo as crianças? A partir dos 2 anos …




