Musica para crianças

bebe-e-musica13A musica estimula o desenvolvimento, relaxa, melhora a aptidão posterior para a musica, entre outras benefícios. Factores cognitivos, afectivos, psicomotores, bem como os actuais contextos sociais e culturais exigem progressiva e inevitavelmente uma formação musical integrada na educação global da criança através de diferentes objectivos gerais e especificos, contributivos para o seu crescimento e desenvolvimento a todos os níveis.

A audição é provavelmente o primeiro sentido a ser desenvolvido logo no ventre materno. Julga-se ser um previlégio para captar a atenção de um recém-nascido, pela aproximação tímbrica daquilo que porventura lhe é mais familiar: a voz do pai e ou da mãe. No entanto, todos os timbres que o professor possa oferecer à criança serão bem-vindos.

 A partir dos 7 ou 8 meses de idade, dependendo da vivência quotidiana do bebé, o professor começa a utilizar gravações de sons do dia-a-dia, sejam eles naturais ou produzidos por máquinas, começando a promover conexões, associando experiências do bebé. Desde o som do automóvel que o transporta à creche, ao som da água que reconhece quando toma banho, ao som dos passarinhos, dos cães ou dos gatos. O bebé numa primeira fase precisa de ser ajudado com imagens ou com mìmica para que estabeleça uma ligação.

A partir do segundo ano de vida –  a mobiliade conquistada ao longo do primeiro ano de vida vai permitir ao então bebé que passe á sua primeira infância e que comece a participar corporalmente na vida musical proposta pelo professor de musica. Começam então os jogos com o corpo, a utilização dos brinquedos sonoros e ilustrativos, enfim tiudo o que balance, aproveitando cada vez mais o aumento gradual da capacidade de concentração. Começa a viver as dimensões da musica através dos opostos. Nesta idade deve-se ter a preocupação de proporcinar:musica--8

  • A vivência do andamento – movimentos contrasteantes rápidos e lentos sempre adequados á musica que estamos a ouvir;
  • A vivência da intensidade – gestos que retratem corporalmente e/ou com auxilio de objectos as sensações de objectos as sensações de forte e de fraco;
  • A vivência da duração – movimentos mais largos para sons longos e mais restritos para sons curtos;
  • A vivência do timbre – identificação dos sons do meio ambiente numa primeira fase e a posterior asssociação de dieferentes instrumentos a animais ou cores ou outra qualquer forma de sistematizar e classificar a distinção. Podem ainda ser associados à própria imagem do instrumento ou gesto adoptado para o praticar;
  • A vivência da pulsação – ou de tempo caminhando, saltando, gatinhando, balançando, arremassando ou acompanhando com pequenas maracas ou outros instrumentos;
  • A utilização de pequenas canções, rimas e lenga-lengas;
  • A utilização de pequenas histórias musicais.

Do segundo ano para o terceiro ano de vida poderemos seguramente começar a promover a reprodução melódica sequenciada por numero de “notas” (canções bitónica, tritónicas, etc…) Mesmo no berço, envolver o bebé em suaves acordes durante alguns minutos ajuda a aclamá-lo. É importante que os mais pequenitos despertem para os sons, para os instrumentos, para os ritmos. A música estimula a expressão corporal da criança, que através dela pode melhorar a sua coordenação, entre outros bebenficios.

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One Comment

  • ruty
    Março 28, 2011 | Permalink | Responder

    gostei muito da matéria, mas gostaria de saber quem escreveu…

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